Regularização de Imóveis: Por que ignorar esse processo pode gerar riscos e custos invisíveis
- Taiane Zulian

- 19 de jan.
- 1 min de leitura
Atualizado: 3 de fev.
A regularização de imóveis ainda é vista por muitos proprietários como um processo burocrático, lento ou até desnecessário. No entanto, essa percepção costuma mudar rapidamente quando surgem impedimentos legais, dificuldades para vender o imóvel ou problemas com órgãos fiscalizadores. Regularizar não é apenas cumprir uma exigência legal — é garantir segurança jurídica, técnica e patrimonial.
O que envolve a regularização de um imóvel?
O processo de regularização passa por uma análise técnica detalhada. Inicialmente, é necessário levantar a situação real da edificação, e realizar toda a análise documental, que começa pela matrícula do imóvel.
Além disso, a regularização pode envolver:
Atualização de projetos arquitetônicos e complementares
Verificação de conformidade com a legislação atual
Adequação às normas técnicas vigentes
Emissão de ART ou RRT
Aprovação junto aos órgãos municipais

Por que a regularização de imóveis evita prejuízos futuros?
Um imóvel irregular pode ser impedido de:
Ser financiado
Ser vendido
Ser ampliado legalmente
Receber alvarás ou licenças
Ser objeto de partilha em divórcio ou inventário
Regularizar é investir em segurança e valorização
Mais do que resolver pendências, regularizar um imóvel significa garantir que ele esteja apto para uso, negociação e crescimento. É um processo que exige conhecimento técnico, análise criteriosa e diálogo com os órgãos públicos — e que, quando bem conduzido, traz tranquilidade e valorização patrimonial.






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